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Futebol Internacional

Os 15 Maiores Volantes da História da Argentina: Conheça os Melhores de Todos os Tempos

A Seleção Argentina é mundialmente conhecida por revelar jogadores extraordinários. Diego Maradona, Lionel Messi, Gabriel Batistuta, Mario Kempes e Juan Román Riquelme estão entre os grandes nomes que ajudaram a construir a…

Blog do Capita

28 min de leitura

A Seleção Argentina é mundialmente conhecida por revelar jogadores extraordinários. Diego Maradona, Lionel Messi, Gabriel Batistuta, Mario Kempes e Juan Román Riquelme estão entre os grandes nomes que ajudaram a construir a história da Albiceleste.

Entretanto, por trás dos craques ofensivos, o futebol argentino sempre contou com uma tradição igualmente importante: a formação de grandes volantes.

Jogadores como Javier Mascherano, Fernando Redondo, Diego Simeone, Sergio Batista e Américo Gallego desempenharam funções fundamentais na organização de suas equipes. Alguns conquistaram Copas do Mundo, enquanto outros se tornaram referências internacionais pela capacidade de marcar, distribuir passes e controlar o ritmo das partidas.

Ao longo das décadas, a posição passou por grandes transformações. Os antigos médios defensivos deram lugar a jogadores mais versáteis, capazes de recuperar a bola, iniciar ataques e participar de diferentes fases do jogo.

Mas afinal, quais foram os maiores volantes da história da Argentina? Quem foi o melhor marcador? Qual jogador possuía mais qualidade técnica? E quais nomes tiveram maior importância nas conquistas mundiais?

Neste artigo, apresentamos um ranking com 15 dos maiores volantes argentinos de todos os tempos, considerando desempenho pela seleção, qualidade individual, títulos, regularidade e importância histórica.

O que caracteriza um grande volante no futebol argentino?

O volante é um dos jogadores mais importantes para o equilíbrio de uma equipe.

Tradicionalmente, sua principal função é proteger a defesa, recuperar a posse de bola e impedir que os adversários encontrem espaços pelo centro do campo.

Entretanto, os melhores jogadores da posição oferecem muito mais.

Um volante completo precisa compreender o posicionamento dos companheiros, antecipar jogadas e participar da construção ofensiva.

Principais características de um grande volante

  • Marcação: capacidade de recuperar a bola e interromper ataques adversários.
  • Posicionamento: inteligência para ocupar espaços e proteger a defesa.
  • Qualidade no passe: precisão para iniciar jogadas e manter a posse.
  • Resistência física: capacidade de manter intensidade durante toda a partida.
  • Leitura tática: entendimento das movimentações e necessidades da equipe.
  • Liderança: organização dos companheiros e influência coletiva.
  • Versatilidade: capacidade de desempenhar diferentes funções no meio-campo.

O futebol argentino desenvolveu diferentes perfis de volantes.

Alguns eram especialistas na marcação, enquanto outros possuíam características de armadores.

Fernando Redondo, por exemplo, destacava-se pela elegância e qualidade técnica.

Javier Mascherano ficou conhecido pela intensidade defensiva.

Diego Simeone combinava liderança, força e participação ofensiva.

Essa diversidade ajuda a explicar por que a Argentina revelou tantos jogadores importantes para a posição.

Ranking dos 15 maiores volantes da história da Argentina

A classificação considera jogadores que atuaram como primeiros volantes, médios defensivos ou meio-campistas centrais com responsabilidades importantes na recuperação e distribuição da bola.

PosiçãoJogadorPrincipal destaque
1ºJavier MascheranoMarcação, liderança e regularidade
2ºFernando RedondoTécnica, elegância e organização
3ºDiego SimeoneIntensidade e espírito competitivo
4ºSergio BatistaCampeão mundial em 1986
5ºLuis MontiFinalista mundial por duas seleções
6ºAmérico GallegoCampeão mundial em 1978
7ºOsvaldo ArdilesInteligência e qualidade técnica
8ºEsteban CambiassoEquilíbrio e visão de jogo
9ºRodrigo De PaulIntensidade e título mundial de 2022
10ºRicardo GiustiPeça fundamental da seleção de 1986
11ºJuan Sebastián VerónPasses e organização
12ºLeandro ParedesDistribuição e conquista de 2022
13ºFernando GagoTécnica e controle da posse
14ºMatías AlmeydaMarcação e combatividade
15ºEnzo FernándezDinamismo e destaque no Mundial de 2022

O ranking é uma avaliação histórica e não uma classificação oficial. A posição de volante mudou bastante ao longo do tempo, tornando as comparações entre gerações inevitavelmente subjetivas.

1. Javier Mascherano — O maior volante da história da Argentina

Javier Alejandro Mascherano nasceu em San Lorenzo, na província de Santa Fé, em 8 de junho de 1984.

Foi um dos jogadores mais importantes da Seleção Argentina durante o século XXI.

Conhecido como El Jefecito, destacou-se pela intensidade, capacidade de marcação, liderança e inteligência tática.

Sua carreira começou no River Plate, mas foi no futebol europeu que alcançou reconhecimento internacional.

A trajetória de Mascherano pelos clubes

Mascherano passou por Corinthians, West Ham, Liverpool e Barcelona.

No Liverpool, tornou-se um dos principais volantes da Premier League.

Sua capacidade de recuperar a bola e proteger a defesa chamou atenção de grandes clubes.

Em 2010, foi contratado pelo Barcelona.

Na equipe catalã, passou a atuar frequentemente como zagueiro, demonstrando enorme versatilidade.

Conquistou títulos espanhóis, Champions League e Mundial de Clubes.

Mascherano na Seleção Argentina

Pela seleção principal, disputou 147 partidas.

Participou das Copas do Mundo de 2006, 2010, 2014 e 2018.

Sua maior campanha aconteceu em 2014, quando a Argentina chegou à final do Mundial disputado no Brasil.

Na decisão, a equipe foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0, na prorrogação.

O lance histórico contra a Holanda

Na semifinal de 2014, contra a Holanda, Mascherano protagonizou uma das intervenções defensivas mais lembradas daquela Copa.

O volante conseguiu impedir uma finalização perigosa de Arjen Robben nos minutos finais do tempo regulamentar.

A partida terminou empatada sem gols e foi decidida nos pênaltis.

A Argentina venceu e avançou à final.

O lance se tornou um símbolo da determinação de Mascherano.

Duas medalhas de ouro olímpicas

Mascherano também participou das conquistas olímpicas argentinas de 2004 e 2008.

Esses títulos representam uma parte importante de sua trajetória internacional.

Por que Mascherano está em primeiro lugar?

Sua combinação de liderança, regularidade, marcação e importância para a seleção justifica a liderança do ranking.

Embora não tenha conquistado uma Copa do Mundo, Mascherano foi um dos jogadores mais importantes da Albiceleste durante mais de uma década.

2. Fernando Redondo — O volante mais elegante da Argentina

Fernando Carlos Redondo Neri nasceu em Buenos Aires, em 6 de junho de 1969.

Foi um dos meio-campistas mais técnicos de sua geração.

Diferentemente dos volantes conhecidos principalmente pela força física, Redondo se destacava pela capacidade de controlar a bola e organizar o jogo.

Sua elegância fez dele um dos jogadores mais admirados da história do Real Madrid.

A formação no Argentinos Juniors

Redondo começou sua carreira no Argentinos Juniors.

Posteriormente, transferiu-se para o Tenerife, da Espanha.

Suas atuações chamaram atenção do Real Madrid, que o contratou em 1994.

O sucesso no Real Madrid

No clube madrilenho, Redondo se tornou um dos principais responsáveis pela organização do meio-campo.

Conquistou duas Champions League, em 1998 e 2000.

Também venceu dois Campeonatos Espanhóis.

Sua capacidade de distribuir passes e superar adversários com movimentos simples era extraordinária.

O drible histórico contra o Manchester United

Uma das jogadas mais famosas de Redondo aconteceu em 2000.

Durante uma partida contra o Manchester United, pela Champions League, o argentino realizou um drible de calcanhar próximo à linha de fundo.

Na sequência, deu assistência para Raúl marcar.

A jogada se tornou uma das mais lembradas da competição.

Redondo na Seleção Argentina

Pela Albiceleste, disputou 29 partidas e marcou um gol.

Conquistou a Copa América de 1993.

Também participou da Copa do Mundo de 1994.

Apesar de sua enorme qualidade, teve uma trajetória relativamente curta pela seleção.

Por que Redondo merece a segunda posição?

Poucos volantes argentinos apresentaram uma combinação tão refinada de técnica, posicionamento e inteligência.

Sua carreira internacional pela seleção foi limitada, mas sua influência sobre a evolução da posição foi extraordinária.

3. Diego Simeone — O volante da raça argentina

Diego Pablo Simeone nasceu em Buenos Aires, em 28 de abril de 1970.

Conhecido como El Cholo, construiu uma carreira marcada pela competitividade e intensidade.

Foi um dos principais jogadores da Seleção Argentina durante a década de 1990.

A carreira na Europa

Simeone passou por clubes como Pisa, Sevilla, Atlético de Madrid, Inter de Milão e Lazio.

Destacou-se pela capacidade de participar tanto da marcação quanto das jogadas ofensivas.

Era um meio-campista de grande resistência física e personalidade.

A trajetória pela seleção

Simeone disputou 106 partidas pela Argentina.

Foi o primeiro jogador a alcançar cem jogos pela seleção principal.

Participou das Copas do Mundo de 1994, 1998 e 2002.

Também conquistou as Copas América de 1991 e 1993.

O estilo de Simeone

O argentino possuía características que se tornariam marcas de sua carreira como treinador.

Era competitivo, disciplinado e intenso.

Sua presença ajudava a organizar o meio-campo e pressionar os adversários.

O legado de El Cholo

Simeone representa uma das principais características históricas do futebol argentino: a capacidade de competir em alto nível.

Sua liderança e regularidade justificam a terceira posição.

4. Sergio Batista — O volante campeão mundial em 1986

Sergio Daniel Batista nasceu em Buenos Aires, em 9 de novembro de 1962.

Foi um dos jogadores fundamentais da Seleção Argentina campeã da Copa do Mundo de 1986.

Conhecido como Checho, destacou-se pela inteligência defensiva e pela capacidade de proteger a defesa.

O sucesso no Argentinos Juniors

Batista iniciou sua carreira no Argentinos Juniors.

Participou de uma das gerações mais importantes da história do clube.

Conquistou títulos nacionais e a Libertadores de 1985.

Suas atuações chamaram atenção da comissão técnica da seleção.

A Copa do Mundo de 1986

No Mundial do México, Batista foi titular da equipe comandada por Carlos Bilardo.

A seleção possuía Diego Maradona como principal referência ofensiva.

Entretanto, o equilíbrio defensivo dependia de jogadores como Batista e Ricardo Giusti.

Batista participou das sete partidas da campanha.

A final contra a Alemanha Ocidental

Na decisão, a Argentina venceu a Alemanha Ocidental por 3 a 2.

José Luis Brown, Jorge Valdano e Jorge Burruchaga marcaram os gols argentinos.

Batista teve papel importante na proteção defensiva e na organização do meio-campo.

A Copa de 1990

Quatro anos depois, também participou do Mundial da Itália.

A Argentina voltou à final, mas foi derrotada pela Alemanha Ocidental por 1 a 0.

Batista permanece como um dos grandes volantes defensivos da história argentina.

5. Luis Monti — O volante que disputou finais de Copa por dois países

Luis Felipe Monti nasceu em Buenos Aires, em 15 de maio de 1901.

Foi um dos grandes meio-campistas defensivos das primeiras décadas do futebol.

Atuava como centromédio, posição que possuía responsabilidades defensivas e de organização semelhantes às dos volantes modernos.

A carreira na Argentina

Monti passou por Huracán, Boca Juniors e San Lorenzo.

No San Lorenzo, conquistou títulos importantes e se destacou pela força física e qualidade tática.

Também participou da conquista argentina do Campeonato Sul-Americano de 1927.

A Copa do Mundo de 1930

Monti foi um dos principais jogadores da Argentina na primeira Copa do Mundo.

A equipe chegou à final contra o Uruguai.

Entretanto, acabou derrotada por 4 a 2.

O argentino foi uma das referências defensivas daquela seleção.

A transferência para a Juventus

Em 1931, Monti transferiu-se para a Juventus.

Na Itália, conquistou quatro títulos consecutivos do Campeonato Italiano.

Sua qualidade fez dele um dos principais jogadores da equipe.

Campeão mundial pela Itália em 1934

Monti protagonizou um acontecimento extraordinário.

Depois de disputar a final de 1930 pela Argentina, representou a Itália na Copa do Mundo de 1934.

A seleção italiana conquistou o título.

Monti se tornou o único jogador a disputar duas finais de Copa do Mundo por seleções diferentes.

Por que Monti merece destaque?

Sua trajetória demonstra como os volantes já desempenhavam funções fundamentais nas primeiras décadas do futebol.

Monti foi um dos pioneiros da posição e permanece como um nome histórico do futebol argentino e mundial.

6. Américo Gallego — O equilíbrio da Argentina campeã de 1978

Américo Rubén Gallego nasceu em Morteros, na província de Córdoba, em 25 de abril de 1955.

Foi um dos principais meio-campistas da Argentina durante as décadas de 1970 e 1980.

Conhecido como El Tolo, destacou-se pela disciplina tática e capacidade de marcação.

A carreira no Newell's Old Boys

Gallego iniciou sua trajetória profissional no Newell's Old Boys.

Rapidamente se tornou conhecido pela regularidade.

Suas atuações renderam convocações para a Seleção Argentina.

A Copa do Mundo de 1978

Gallego foi titular da seleção comandada por César Luis Menotti.

Participou das sete partidas da campanha.

Sua função era oferecer equilíbrio defensivo e permitir que os jogadores ofensivos atuassem com maior liberdade.

Na final, a Argentina venceu a Holanda por 3 a 1, após a prorrogação.

A passagem pelo River Plate

Posteriormente, Gallego se destacou pelo River Plate.

Foi capitão da equipe que conquistou a Libertadores de 1986.

O clube também venceu o Mundial Interclubes naquele ano.

A importância de Gallego

O volante representa uma geração em que a disciplina tática foi fundamental para o sucesso argentino.

Sua participação no título de 1978 justifica sua presença entre os maiores.

7. Osvaldo Ardiles — Inteligência e qualidade técnica

Osvaldo César Ardiles nasceu em Córdoba, em 3 de agosto de 1952.

Foi um dos meio-campistas mais técnicos da geração campeã mundial em 1978.

Diferentemente dos volantes exclusivamente defensivos, Ardiles possuía grande capacidade de condução e distribuição da bola.

A carreira na Argentina

Ardiles iniciou sua carreira no Instituto de Córdoba.

Posteriormente, destacou-se pelo Huracán.

Sua qualidade técnica chamou atenção de clubes europeus.

A Copa do Mundo de 1978

Ardiles foi titular da Seleção Argentina campeã mundial.

Atuava em um meio-campo que também contava com Américo Gallego.

A combinação entre os dois jogadores oferecia equilíbrio à equipe.

Enquanto Gallego contribuía mais diretamente para a proteção defensiva, Ardiles participava intensamente da construção ofensiva.

A passagem pelo Tottenham

Depois do Mundial, Ardiles transferiu-se para o Tottenham.

Na Inglaterra, tornou-se um dos principais ídolos do clube.

Sua presença ajudou a abrir espaço para jogadores argentinos no futebol inglês.

O legado de Ardiles

Sua trajetória demonstra que um volante pode contribuir defensivamente sem abandonar a criatividade.

Ardiles foi um dos representantes mais importantes do meio-campista moderno de sua época.

8. Esteban Cambiasso — Um dos volantes mais completos de sua geração

Esteban Matías Cambiasso nasceu em Buenos Aires, em 18 de agosto de 1980.

Foi um dos principais meio-campistas argentinos dos anos 2000.

Sua carreira ficou marcada pela inteligência tática e pela capacidade de participar de diferentes momentos do jogo.

A formação e o sucesso europeu

Cambiasso passou pelas categorias de base do Argentinos Juniors e do Real Madrid.

Também atuou por Independiente e River Plate.

Na Europa, destacou-se especialmente pelo Real Madrid e pela Inter de Milão.

O auge na Inter de Milão

Na Inter, Cambiasso se tornou uma referência do meio-campo.

Conquistou títulos italianos e internacionais.

Seu principal momento aconteceu em 2010.

Naquela temporada, a Inter conquistou o Campeonato Italiano, a Copa da Itália e a Champions League.

Cambiasso foi fundamental para o equilíbrio da equipe comandada por José Mourinho.

A Copa do Mundo de 2006

Cambiasso participou do Mundial de 2006.

Na vitória argentina por 6 a 0 contra Sérvia e Montenegro, marcou um dos gols mais bonitos da competição.

A jogada envolveu uma longa sequência de passes coletivos antes da finalização.

Por que Cambiasso está entre os maiores?

Sua inteligência tática, regularidade e capacidade de participar da organização ofensiva fazem dele um dos volantes mais completos da história argentina.

9. Rodrigo De Paul — O motor da Argentina campeã em 2022

Rodrigo Javier De Paul nasceu em Sarandí, em 24 de maio de 1994.

Foi um dos principais jogadores da geração argentina campeã da Copa do Mundo de 2022.

Seu estilo combina intensidade física, capacidade de marcação e participação ofensiva.

A carreira profissional

De Paul foi revelado pelo Racing Club.

Posteriormente, passou por Valencia, Udinese e Atlético de Madrid.

Na Europa, desenvolveu características importantes para atuar como meio-campista central.

A Copa América de 2021

De Paul foi fundamental na campanha argentina que terminou com a conquista da Copa América de 2021.

Na final contra o Brasil, deu o lançamento que originou o gol de Ángel Di María.

A Argentina venceu por 1 a 0 no Maracanã.

O título encerrou um longo período sem conquistas importantes da seleção principal.

A Copa do Mundo de 2022

No Catar, De Paul foi um dos principais responsáveis pela intensidade do meio-campo argentino.

Sua capacidade de pressionar adversários e recuperar a posse ajudava a equipe a manter o equilíbrio.

Também oferecia liberdade para Lionel Messi participar da criação ofensiva.

A Argentina venceu a França na final, após empate por 3 a 3 e disputa de pênaltis.

A Copa América de 2024

De Paul também participou da conquista continental de 2024.

A Argentina venceu a Colômbia por 1 a 0 na final.

Sua importância para duas conquistas consecutivas da Copa América e para o título mundial fortalece sua posição entre os grandes volantes argentinos.

10. Ricardo Giusti — O trabalhador incansável da seleção de 1986

Ricardo Omar Giusti nasceu em Arroyo Seco, em 11 de dezembro de 1956.

Foi um dos jogadores mais importantes da Argentina campeã mundial em 1986.

Destacou-se especialmente por sua capacidade de marcação e disciplina tática.

A carreira no Independiente

Giusti construiu uma trajetória importante no Independiente.

Participou da conquista da Libertadores de 1984.

Também integrou a equipe campeã do Mundial Interclubes daquele ano.

A parceria com Sergio Batista

Na Seleção Argentina, Giusti desempenhava funções fundamentais na proteção defensiva.

Sua parceria com Batista ajudava a equilibrar a equipe.

Enquanto Maradona organizava as principais jogadas ofensivas, os volantes eram responsáveis por oferecer sustentação tática.

A Copa do Mundo de 1986

Giusti participou das sete partidas da campanha campeã.

Sua capacidade de marcação foi fundamental em diferentes confrontos.

O Mundial de 1990

Também disputou a Copa do Mundo de 1990.

Na semifinal contra a Itália, foi expulso e ficou suspenso da decisão.

A Argentina terminou como vice-campeã.

O legado de Giusti

Giusti representa o volante que desempenha funções fundamentais mesmo sem receber grande destaque ofensivo.

Sua importância coletiva justifica sua presença no ranking.

11. Juan Sebastián Verón — O volante de passes extraordinários

Juan Sebastián Verón nasceu em La Plata, em 9 de março de 1975.

Foi um dos meio-campistas argentinos mais talentosos de sua geração.

Conhecido como La Brujita, destacava-se pela visão de jogo, precisão nos lançamentos e capacidade de organizar ataques.

A carreira europeia

Verón passou por Sampdoria, Parma, Lazio, Manchester United, Chelsea e Inter de Milão.

Na Itália, conquistou títulos importantes e se tornou um dos principais armadores do futebol europeu.

A trajetória na Seleção Argentina

Verón disputou as Copas do Mundo de 1998, 2002 e 2010.

Sua capacidade de distribuir passes e controlar o ritmo das partidas era um diferencial.

Embora tenha atuado frequentemente como meia central, também desempenhou funções mais recuadas.

O retorno ao Estudiantes

Verón retornou ao Estudiantes e participou de uma das fases mais importantes da história recente do clube.

Em 2009, foi um dos principais jogadores da equipe campeã da Libertadores.

Por que Verón aparece neste ranking?

Verón representa o volante construtor, que participa diretamente da organização ofensiva.

Sua qualidade técnica o coloca entre os principais meio-campistas argentinos, embora sua função também se aproximasse da de um armador clássico.

12. Leandro Paredes — O organizador da Argentina campeã mundial

Leandro Daniel Paredes nasceu em San Justo, em 29 de junho de 1994.

Foi revelado pelo Boca Juniors e desenvolveu uma carreira importante no futebol europeu.

Passou por clubes como Roma, Zenit, Paris Saint-Germain e Juventus.

A transformação em volante

Paredes começou sua trajetória em posições mais ofensivas.

Com o passar dos anos, passou a atuar como volante central.

Sua principal característica é a qualidade no passe.

Consegue controlar a circulação da bola e iniciar jogadas a partir de regiões recuadas.

A Copa América de 2021

Paredes integrou a equipe campeã continental.

Foi titular na final contra o Brasil.

Sua participação ajudou a equilibrar o meio-campo argentino.

A Copa do Mundo de 2022

No Catar, Paredes participou da campanha campeã mundial.

Na semifinal contra a Croácia, foi titular.

Na final contra a França, entrou durante a prorrogação.

Também converteu sua cobrança na disputa de pênaltis.

A Copa América de 2024

Paredes voltou a integrar a seleção campeã continental.

Sua experiência e qualidade técnica permaneceram importantes para o elenco.

13. Fernando Gago — Técnica e inteligência no meio-campo

Fernando Rubén Gago nasceu em Ciudadela, em 10 de abril de 1986.

Foi um dos volantes argentinos mais técnicos de sua geração.

Revelado pelo Boca Juniors, destacou-se pela qualidade nos passes e pela capacidade de controlar a posse.

A passagem pelo Real Madrid

Gago foi contratado pelo Real Madrid em 2006.

Na Espanha, conquistou títulos nacionais e ganhou experiência internacional.

Sua principal característica era a capacidade de organizar o jogo a partir do meio-campo.

A Seleção Argentina

Gago participou das Copas do Mundo de 2014 e de competições continentais.

Também conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2008.

As dificuldades físicas

Ao longo da carreira, Gago enfrentou diferentes lesões.

Os problemas prejudicaram sua continuidade em momentos importantes.

Mesmo assim, permaneceu reconhecido pela qualidade técnica.

O legado de Gago

Gago representa o volante que privilegia o controle da bola e a organização coletiva.

Sua inteligência e capacidade de distribuição justificam sua presença entre os grandes nomes da posição.

14. Matías Almeyda — O símbolo da combatividade argentina

Matías Jesús Almeyda nasceu em Azul, em 21 de dezembro de 1973.

Foi um dos volantes mais intensos do futebol argentino durante a década de 1990.

Sua carreira ficou marcada por atuações no River Plate, Sevilla, Lazio, Parma e Inter de Milão.

A formação no River Plate

Almeyda iniciou sua carreira profissional no River Plate.

Destacou-se pela capacidade de marcação e resistência física.

Sua intensidade chamou atenção do futebol europeu.

A passagem pela Itália

Na Lazio, Almeyda participou de uma geração vitoriosa.

Conquistou títulos nacionais e internacionais.

Seu estilo era baseado na recuperação da bola e na proteção defensiva.

As Copas do Mundo

Almeyda participou das Copas de 1998 e 2002.

Era um jogador de grande combatividade e disciplina tática.

A importância histórica

Embora não tenha conquistado uma Copa do Mundo, Almeyda se tornou uma referência da posição.

Sua carreira demonstra a importância dos jogadores responsáveis por oferecer equilíbrio defensivo.

15. Enzo Fernández — O volante da nova geração campeã mundial

Enzo Jeremías Fernández nasceu em San Martín, em 17 de janeiro de 2001.

Foi revelado pelo River Plate e se tornou um dos principais meio-campistas argentinos de sua geração.

Sua trajetória inclui passagens pelo Defensa y Justicia, Benfica e Chelsea.

A formação no River Plate

Enzo desenvolveu suas características técnicas nas categorias de base do River Plate.

Sua capacidade de distribuir passes e participar de diferentes fases do jogo chamou atenção.

O sucesso no Benfica

Depois de se destacar no futebol argentino, transferiu-se para o Benfica.

Suas atuações no futebol português ampliaram seu reconhecimento internacional.

A Copa do Mundo de 2022

Enzo começou o Mundial do Catar como opção no banco de reservas.

Entretanto, conquistou espaço durante a competição.

Marcou um belo gol contra o México na fase de grupos.

Posteriormente, tornou-se titular.

Sua capacidade de recuperar a bola, distribuir passes e participar da construção ofensiva foi importante para a conquista.

Melhor jogador jovem da Copa

Ao final do Mundial, Enzo Fernández recebeu o prêmio de melhor jogador jovem da competição.

O reconhecimento confirmou sua importância na campanha.

Por que Enzo está no ranking?

Enzo representa uma nova geração de meio-campistas argentinos.

Sua capacidade de combinar marcação e construção ofensiva demonstra a evolução da posição.

Por ainda estar construindo sua trajetória, aparece na 15ª colocação, com potencial para subir em avaliações futuras.

Outros grandes volantes argentinos que merecem destaque

A história do futebol argentino possui muitos outros jogadores importantes.

Alguns não aparecem entre os 15 primeiros, mas merecem reconhecimento.

Alexis Mac Allister

Foi um dos principais jogadores da Argentina campeã mundial em 2022.

Destacou-se pela capacidade de atuar em diferentes funções no meio-campo.

Sua movimentação e inteligência tática foram fundamentais para a equipe de Lionel Scaloni.

Guido Rodríguez

Volante de características defensivas, participou das conquistas da Copa América de 2021, Copa do Mundo de 2022 e Copa América de 2024.

Destacou-se pela marcação e pela capacidade de proteger a defesa.

Éver Banega

Meio-campista de excelente qualidade técnica.

Construiu uma carreira importante no futebol europeu, especialmente pelo Sevilla.

Sua capacidade de controlar a posse e distribuir passes o tornou um jogador diferenciado.

Enzo Pérez

Foi um dos jogadores importantes da Argentina vice-campeã mundial em 2014.

Também construiu uma trajetória vitoriosa pelo River Plate.

Exequiel Palacios

Meio-campista versátil, capaz de atuar em diferentes funções.

Integrou a seleção campeã da Copa do Mundo de 2022.

Também se destacou no futebol alemão pelo Bayer Leverkusen.

Qual foi o melhor meio-campo da história da Seleção Argentina?

A Argentina apresentou diferentes formações históricas.

Entre as principais estão as equipes campeãs mundiais de 1978, 1986 e 2022.

Cada geração possuía características próprias.

O meio-campo da Argentina de 1978

A seleção comandada por César Luis Menotti utilizava jogadores como Américo Gallego e Osvaldo Ardiles.

Gallego oferecia proteção defensiva.

Ardiles participava da construção ofensiva.

A combinação ajudava a equilibrar a equipe.

O título foi conquistado após vitória por 3 a 1 sobre a Holanda na final.

O meio-campo da Argentina de 1986

A equipe comandada por Carlos Bilardo possuía Diego Maradona como principal referência.

Entretanto, o sucesso coletivo dependia da organização defensiva.

Sergio Batista e Ricardo Giusti desempenharam funções fundamentais.

A capacidade de proteger a defesa permitia que Maradona participasse intensamente das ações ofensivas.

A Argentina conquistou o título ao derrotar a Alemanha Ocidental por 3 a 2.

O meio-campo da Argentina de 2022

Na Copa do Mundo do Catar, Lionel Scaloni utilizou diferentes combinações.

Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister e Leandro Paredes estiveram entre os principais nomes.

A equipe combinava intensidade defensiva e qualidade na circulação da bola.

O resultado foi a conquista do terceiro título mundial.

Qual geração possuía os melhores volantes?

A resposta depende dos critérios utilizados.

A seleção de 1978 apresentava equilíbrio e qualidade técnica.

A equipe de 1986 possuía enorme disciplina tática.

Já a Argentina de 2022 combinava intensidade, mobilidade e capacidade de adaptação.

As três gerações demonstram a importância dos volantes nas conquistas mundiais.

A importância dos volantes para os atacantes argentinos

Os grandes atacantes dependem de uma estrutura coletiva eficiente.

Jogadores como Maradona, Messi, Batistuta, Agüero, Lautaro Martínez e Julián Álvarez se beneficiaram da presença de meio-campistas capazes de recuperar a bola e organizar ataques.

O equilíbrio entre defesa e ataque

Quando um volante consegue recuperar a posse rapidamente, a equipe pode iniciar uma transição ofensiva.

Esse movimento cria oportunidades para os atacantes explorarem os espaços.

Também é importante que os volantes mantenham a organização quando os jogadores ofensivos avançam.

O exemplo da Argentina campeã em 2022

Rodrigo De Paul e Enzo Fernández foram fundamentais para o equilíbrio coletivo.

A intensidade dos dois jogadores ajudava a proteger a defesa.

Ao mesmo tempo, suas movimentações ofereciam alternativas para Lionel Messi.

A presença de Julián Álvarez e Lautaro Martínez também ampliava as possibilidades ofensivas.

Essa relação entre volantes e atacantes continua importante na seleção contemporânea.

Para conhecer os principais nomes da posição ofensiva, confira nosso artigo sobre os melhores centroavantes da Argentina em 2026.

A comparação demonstra que o sucesso de uma seleção depende da integração entre diferentes setores.

Como o papel dos volantes argentinos mudou ao longo da história?

A posição de volante passou por grandes transformações.

Nas primeiras décadas do futebol, os jogadores de meio-campo possuíam responsabilidades diferentes das atuais.

Décadas de 1920 e 1930: o centromédio

Luis Monti representa uma das primeiras grandes referências argentinas.

Naquela época, o centromédio precisava combinar marcação, força física e organização.

Os sistemas táticos possuíam estruturas diferentes das utilizadas atualmente.

Décadas de 1970 e 1980: disciplina tática

Américo Gallego, Sergio Batista e Ricardo Giusti representaram uma geração de volantes fundamentais para a organização defensiva.

A marcação e a proteção dos espaços eram características importantes.

Décadas de 1990 e 2000: intensidade e técnica

Diego Simeone, Fernando Redondo, Matías Almeyda e Esteban Cambiasso demonstraram diferentes interpretações da posição.

Alguns se destacavam pela intensidade.

Outros possuíam grande qualidade técnica.

Décadas de 2010 e 2020: versatilidade

Mascherano, De Paul, Paredes e Enzo Fernández representam diferentes características do futebol contemporâneo.

A capacidade de atuar em mais de uma função tornou-se cada vez mais importante.

Os volantes precisam marcar, pressionar, distribuir passes e participar da construção ofensiva.

A Argentina e a eliminação histórica da Copa do Mundo de 1970

Nem todas as gerações argentinas conseguiram alcançar o sucesso internacional.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970.

A Argentina disputou uma vaga no Mundial do México, mas acabou eliminada.

A campanha nas Eliminatórias de 1969

A seleção enfrentou Peru e Bolívia.

O desempenho foi insuficiente para conquistar a classificação.

O momento decisivo aconteceu em 31 de agosto de 1969.

Na Bombonera, a Argentina empatou por 2 a 2 com o Peru.

O resultado garantiu a classificação peruana.

A importância histórica da eliminação

A ausência argentina no Mundial de 1970 demonstrou que possuir jogadores talentosos não era suficiente para garantir resultados.

A organização coletiva, a preparação e o equilíbrio entre os setores também eram fundamentais.

Aquela eliminação antecedeu uma fase de transformação do futebol argentino.

O país retornou ao Mundial em 1974 e conquistou seu primeiro título em 1978.

Para conhecer todos os detalhes dessa campanha, confira nosso artigo sobre por que a Argentina ficou fora da Copa do Mundo de 1970.

O episódio permanece como uma das maiores frustrações da história da Albiceleste.

Qual foi o volante argentino mais completo?

Essa pergunta permite diferentes interpretações.

Cada jogador apresentou características específicas.

Javier Mascherano possuía enorme capacidade de marcação.

Fernando Redondo se destacava pela qualidade técnica.

Diego Simeone combinava intensidade e liderança.

Esteban Cambiasso oferecia equilíbrio e inteligência.

Rodrigo De Paul representa o volante moderno, com grande participação defensiva e ofensiva.

Comparação entre os principais jogadores

CaracterísticaVolantes de destaque
Melhor marcaçãoMascherano, Batista, Giusti
Maior qualidade técnicaRedondo, Verón, Gago
LiderançaMascherano, Simeone, Gallego
Intensidade físicaSimeone, De Paul, Almeyda
Visão de jogoRedondo, Cambiasso, Verón
VersatilidadeMascherano, Enzo Fernández, De Paul
Importância em CopasBatista, Gallego, De Paul
Organização defensivaBatista, Mascherano, Paredes

A comparação mostra que não existe apenas um modelo de volante ideal.

O sucesso depende das características da equipe e das funções exigidas pelo treinador.

Quais volantes argentinos foram campeões da Copa do Mundo?

A Argentina conquistou três Copas do Mundo até 2026: 1978, 1986 e 2022.

Em todas essas conquistas, os volantes desempenharam papéis importantes.

Copa do MundoVolantes e meio-campistas centrais de destaque
1978Américo Gallego e Osvaldo Ardiles
1986Sergio Batista e Ricardo Giusti
2022Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Leandro Paredes e Alexis Mac Allister

Cada geração apresentou um estilo diferente.

Em 1978, a equipe combinava organização e qualidade técnica.

Em 1986, a disciplina defensiva foi fundamental.

Em 2022, a intensidade e a versatilidade marcaram o meio-campo.

Os volantes argentinos nos videogames de futebol

A evolução da posição também pode ser observada nos jogos eletrônicos.

Franquias como EA Sports FC e Football Manager procuram representar diferentes características dos meio-campistas.

Os atributos costumam incluir marcação, passes, resistência física, controle de bola e posicionamento.

O volante marcador

Jogadores com características semelhantes às de Mascherano costumam se destacar pela recuperação da bola.

Nos jogos, esse perfil é importante para proteger a defesa.

O volante construtor

Fernando Redondo representa um estilo baseado na qualidade técnica.

Jogadores semelhantes se destacam pela distribuição de passes e controle do ritmo.

O volante moderno

De Paul e Enzo Fernández apresentam características de meio-campistas capazes de participar de diferentes setores.

Esse perfil oferece maior flexibilidade tática.

Para quem gosta de comparar jogadores também no universo virtual, vale conhecer nosso levantamento sobre os 30 melhores meias do EA FC.

Embora os critérios de avaliação dos videogames sejam diferentes das análises históricas, ambos ajudam a compreender a importância das características individuais.

Por que a Argentina revelou tantos grandes volantes?

O futebol argentino possui uma tradição associada à competitividade e à inteligência tática.

Desde as categorias de base, muitos jogadores desenvolvem características importantes para atuar no meio-campo.

A importância dos clubes formadores

River Plate, Boca Juniors, Argentinos Juniors, Independiente, Racing e Newell's Old Boys participaram da formação de diferentes gerações.

Esses clubes desenvolveram jogadores que posteriormente alcançaram destaque internacional.

A valorização da marcação

O futebol argentino historicamente atribui grande importância à organização defensiva.

Os volantes precisam compreender os espaços e participar intensamente da recuperação da bola.

A evolução técnica

Entretanto, a marcação não é a única característica valorizada.

Jogadores como Redondo, Cambiasso e Enzo Fernández demonstram a importância da qualidade no passe.

A combinação entre intensidade e técnica ajudou a transformar os volantes argentinos em referências internacionais.

Curiosidades sobre os maiores volantes argentinos

Mascherano disputou quatro Copas do Mundo

Participou das edições de 2006, 2010, 2014 e 2018.

Fernando Redondo conquistou a Copa América de 1993

Foi um dos principais jogadores daquela geração argentina.

Diego Simeone foi o primeiro argentino a alcançar cem jogos pela seleção

O meio-campista terminou sua trajetória internacional com 106 partidas.

Sergio Batista foi titular nas sete partidas de 1986

Sua presença foi fundamental para o equilíbrio defensivo da equipe.

Luis Monti disputou duas finais de Copa por seleções diferentes

Foi vice-campeão pela Argentina em 1930 e campeão pela Itália em 1934.

Américo Gallego jogou todas as partidas da Copa de 1978

O volante participou dos sete confrontos da campanha campeã.

Osvaldo Ardiles se tornou ídolo do Tottenham

Sua trajetória ajudou a ampliar a presença de jogadores argentinos no futebol inglês.

Cambiasso marcou um gol histórico em 2006

A jogada contra Sérvia e Montenegro ficou conhecida pela longa sequência de passes.

Rodrigo De Paul deu o lançamento para o gol da Copa América de 2021

O passe encontrou Ángel Di María, autor do gol decisivo contra o Brasil.

Enzo Fernández foi eleito o melhor jogador jovem de 2022

O prêmio reconheceu suas atuações na campanha campeã mundial.

Perguntas frequentes sobre os maiores volantes argentinos

Quem foi o maior volante da história da Argentina?

Javier Mascherano é um dos principais candidatos, considerando regularidade, liderança, qualidade defensiva e importância para a seleção.

Quem foi o volante argentino mais técnico?

Fernando Redondo é uma das maiores referências, especialmente pela qualidade no passe, controle de bola e elegância.

Quem foi o volante da Argentina campeã em 1986?

Sergio Batista foi o principal volante defensivo. Ricardo Giusti também desempenhou funções fundamentais no meio-campo.

Quem era o volante da Argentina campeã em 1978?

Américo Gallego foi uma das principais referências defensivas, atuando ao lado de Osvaldo Ardiles.

Quem foram os volantes da Argentina campeã em 2022?

Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Leandro Paredes e Alexis Mac Allister estiveram entre os principais meio-campistas da campanha.

Mascherano ganhou a Copa do Mundo?

Não. Sua melhor campanha aconteceu em 2014, quando a Argentina terminou como vice-campeã.

Quantos jogos Mascherano disputou pela Argentina?

Mascherano disputou 147 partidas pela seleção principal.

Fernando Redondo ganhou a Champions League?

Sim. Conquistou duas Champions League pelo Real Madrid e uma pelo Milan.

Diego Simeone ganhou a Copa América?

Sim. Foi campeão em 1991 e 1993.

Luis Monti foi campeão mundial pela Argentina?

Não. Foi vice-campeão pela Argentina em 1930 e campeão mundial pela Itália em 1934.

Cambiasso foi campeão mundial?

Não pela seleção principal. Disputou a Copa do Mundo de 2006 e conquistou importantes títulos por clubes.

Rodrigo De Paul ganhou a Copa do Mundo?

Sim. Foi campeão mundial em 2022.

Enzo Fernández era volante em 2022?

Sim. Atuou como meio-campista central, contribuindo para a marcação e a construção ofensiva.

Quem foi o volante mais marcador da Argentina?

Mascherano, Batista, Giusti e Almeyda estão entre os principais nomes quando o critério é a capacidade defensiva.

Qual volante argentino teve maior sucesso na Europa?

Mascherano, Redondo e Cambiasso estão entre os principais candidatos, considerando títulos e importância nos clubes europeus.

Conclusão: a Argentina construiu sua história também com grandes volantes

A Seleção Argentina revelou alguns dos maiores jogadores da história do futebol.

Entretanto, suas conquistas não dependeram apenas de atacantes e armadores.

Os volantes desempenharam funções fundamentais em diferentes gerações.

Luis Monti foi um dos pioneiros da posição.

Américo Gallego e Osvaldo Ardiles ajudaram a conquistar o primeiro título mundial, em 1978.

Sergio Batista e Ricardo Giusti ofereceram equilíbrio à equipe campeã de 1986.

Fernando Redondo transformou a maneira como muitos torcedores enxergavam a posição.

Diego Simeone representou a intensidade e o espírito competitivo.

Esteban Cambiasso demonstrou inteligência e regularidade no futebol europeu.

Javier Mascherano se tornou um dos principais líderes da Albiceleste durante o século XXI.

Mais recentemente, Rodrigo De Paul, Leandro Paredes e Enzo Fernández participaram da conquista mundial de 2022.

Cada jogador apresentou características diferentes.

Alguns eram especialistas na marcação.

Outros possuíam enorme qualidade técnica.

Entretanto, todos demonstraram a importância do equilíbrio entre defesa e ataque.

Javier Mascherano ocupa a primeira posição deste ranking pela combinação de liderança, regularidade, intensidade defensiva e importância histórica para a Seleção Argentina.

Fernando Redondo, Diego Simeone e Sergio Batista também possuem argumentos importantes para ocupar posições de destaque.

Mais do que estabelecer uma classificação definitiva, conhecer esses jogadores permite compreender a evolução do futebol argentino.

Afinal, por trás de grandes atacantes e gols históricos, quase sempre existe um meio-campo capaz de oferecer organização, segurança e inteligência.

E nesse aspecto, a Argentina construiu uma das maiores tradições do futebol mundial.

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