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Futebol Internacional

Maiores Laterais Direitos da Seleção Inglesa de Todos os Tempos: Conheça os 10 Melhores da História

A Seleção Inglesa possui uma das histórias mais tradicionais do futebol mundial. Desde a conquista da Copa do Mundo de 1966 até as campanhas recentes em grandes torneios internacionais, os ingleses contaram…

Blog do Capita

17 min de leitura

A Seleção Inglesa possui uma das histórias mais tradicionais do futebol mundial. Desde a conquista da Copa do Mundo de 1966 até as campanhas recentes em grandes torneios internacionais, os ingleses contaram com defensores que marcaram diferentes gerações.

Entre esses jogadores, os laterais direitos sempre desempenharam um papel fundamental. Alguns ficaram conhecidos pela segurança defensiva, enquanto outros revolucionaram a posição com velocidade, cruzamentos, capacidade de criação e participação constante no ataque.

Nomes como George Cohen, Gary Neville, Kyle Walker e Jimmy Armfield ajudaram a construir essa tradição. Cada um, à sua maneira, representou uma fase importante do futebol inglês.

Mas afinal, quem foram os maiores laterais direitos da história da Seleção Inglesa?

Neste artigo, reunimos dez jogadores que se destacaram pela qualidade técnica, regularidade, importância histórica e desempenho com a camisa dos Three Lions.

O ranking considera principalmente as atuações pela seleção, mas também leva em conta o legado individual e a influência de cada atleta no desenvolvimento da posição.

Ranking dos 10 maiores laterais direitos da Seleção Inglesa

Antes de conhecer a trajetória de cada jogador, confira nossa seleção dos principais nomes.

PosiçãoJogadorPeríodo na seleçãoPrincipal destaque
1ºGeorge Cohen1964–1967Campeão mundial em 1966
2ºKyle Walker2011–202596 partidas e duas finais de Eurocopa
3ºGary Neville1995–200785 partidas e longa trajetória como titular
4ºJimmy Armfield1959–1966Destaque na Copa de 1962
5ºPhil Neal1976–1983Regularidade e experiência internacional
6ºKieran Trippier2017–2024Gol histórico na Copa de 2018
7ºGary Stevens1985–1992Presença nas Copas de 1986 e 1990
8ºGlen Johnson2003–2014Titular em grandes torneios
9ºViv Anderson1978–1988Pioneirismo e importância histórica
10ºTrent Alexander-ArnoldDesde 2018Qualidade excepcional nos passes

A classificação é editorial e não representa uma lista oficial da Federação Inglesa.

1. George Cohen — o lateral direito campeão do mundo em 1966

George Cohen ocupa o primeiro lugar pela importância histórica de sua participação na maior conquista do futebol inglês.

Nascido em Londres, em 1939, o defensor construiu toda a carreira profissional no Fulham, clube pelo qual disputou centenas de partidas.

Cohen era conhecido pela disciplina tática, capacidade de marcação e segurança defensiva. Embora jogasse em uma época na qual os laterais tinham responsabilidades diferentes das atuais, também contribuía para as jogadas ofensivas.

A importância de George Cohen na Copa do Mundo de 1966

Na Copa de 1966, disputada na Inglaterra, Cohen foi titular nas seis partidas da campanha campeã.

O técnico Alf Ramsey utilizava uma formação que ficou conhecida pela ausência de pontas tradicionais, exigindo participação importante dos laterais na ocupação dos corredores.

Cohen oferecia equilíbrio à equipe e ajudava na construção das jogadas pelo lado direito.

Na semifinal contra Portugal, participou da jogada do segundo gol de Bobby Charlton, demonstrando que sua contribuição não se limitava à defesa.

Na decisão contra a Alemanha Ocidental, a Inglaterra venceu por 4 a 2, após a prorrogação, e conquistou seu primeiro título mundial.

Cohen terminou a carreira internacional com 37 partidas pela seleção.

Por que George Cohen é considerado um dos maiores?

Sua presença no time campeão mundial é o principal argumento.

Entretanto, o reconhecimento também está relacionado à qualidade individual. Alf Ramsey chegou a considerá-lo o maior lateral direito da história inglesa.

A combinação entre desempenho, disciplina e conquista mundial faz de Cohen uma referência histórica da posição.

2. Kyle Walker — velocidade, força e longevidade

Kyle Walker representa uma das principais evoluções da lateral direita no futebol moderno.

Revelado pelo Sheffield United, ganhou destaque no Tottenham e atingiu seu auge no Manchester City, onde conquistou títulos importantes.

Sua principal característica sempre foi a velocidade.

Walker desenvolveu a capacidade de enfrentar atacantes extremamente rápidos, recuperar posições defensivas e oferecer segurança mesmo quando sua equipe atuava com a defesa adiantada.

A trajetória de Kyle Walker pela Inglaterra

Walker estreou pela seleção principal em 2011.

Durante sua carreira internacional, participou de cinco grandes torneios e se tornou um dos jogadores mais importantes da geração comandada por Gareth Southgate.

Esteve presente na campanha inglesa até a semifinal da Copa do Mundo de 2018 e nas finais das Eurocopas de 2020, disputada em 2021, e 2024.

Sua versatilidade também foi fundamental.

Embora fosse lateral direito de origem, Walker atuou como zagueiro pelo lado direito em sistemas com três defensores.

Essa adaptação permitia que a Inglaterra explorasse sua velocidade e sua capacidade de recuperação.

Em março de 2026, anunciou sua aposentadoria da seleção, encerrando uma trajetória de 96 partidas e um gol.

O que tornou Walker tão importante?

Além da velocidade, Walker oferecia experiência, força física e capacidade de atuar em diferentes formações.

Poucos laterais ingleses tiveram participação tão prolongada em campanhas internacionais relevantes.

Por isso, merece um lugar entre os maiores da história da seleção.

3. Gary Neville — regularidade e inteligência defensiva

Gary Neville foi um dos principais laterais direitos ingleses entre os anos 1990 e 2000.

Ídolo do Manchester United, construiu praticamente toda sua trajetória profissional sob o comando de Alex Ferguson.

Neville não era conhecido por dribles espetaculares ou velocidade extraordinária.

Seu diferencial estava na leitura de jogo, no posicionamento e na consistência.

Gary Neville pela Seleção Inglesa

O defensor estreou pela Inglaterra em 1995 e permaneceu na seleção até 2007.

Nesse período, disputou 85 partidas.

Participou das Eurocopas de 1996, 2000 e 2004, além das Copas do Mundo de 1998 e 2006.

Neville também integrou a seleção que disputou a Copa de 2002, mas uma lesão o impediu de participar do torneio.

Durante muitos anos, foi a principal referência inglesa na lateral direita.

Sua parceria com David Beckham, especialmente no Manchester United, também influenciou o funcionamento ofensivo da seleção.

Por que Gary Neville está entre os melhores?

A regularidade é seu maior argumento.

Neville manteve um alto nível competitivo durante muitos anos e enfrentou diferentes gerações de atacantes.

Seu estilo valorizava o posicionamento, a concentração e a execução correta das tarefas defensivas.

Mesmo sem conquistar títulos pela Inglaterra, tornou-se uma das principais referências históricas da posição.

4. Jimmy Armfield — um dos grandes laterais dos anos 1960

Jimmy Armfield foi um dos defensores mais respeitados do futebol inglês durante as décadas de 1950 e 1960.

Sua carreira profissional foi inteiramente dedicada ao Blackpool, onde se tornou uma figura histórica.

Armfield combinava inteligência tática, qualidade na marcação e liderança.

Também possuía capacidade para apoiar o ataque, característica valorizada em sua época.

O destaque na Copa do Mundo de 1962

Armfield disputou 43 partidas pela Seleção Inglesa entre 1959 e 1966.

Na Copa do Mundo de 1962, realizada no Chile, foi titular da Inglaterra e recebeu reconhecimento internacional por suas atuações.

Chegou a ser apontado como um dos melhores laterais direitos do mundo naquele período.

Também exerceu a função de capitão da seleção em diversas oportunidades.

Jimmy Armfield foi campeão mundial em 1966?

Armfield integrou o elenco inglês campeão da Copa do Mundo de 1966, mas não entrou em campo durante o torneio.

Problemas físicos contribuíram para que George Cohen assumisse a titularidade.

Embora tenha feito parte do grupo campeão, é importante distinguir sua participação daquela dos jogadores que atuaram nas partidas.

Sua importância histórica permanece ligada principalmente ao desempenho anterior, especialmente na Copa de 1962.

5. Phil Neal — experiência e mentalidade vencedora

Phil Neal foi um dos laterais mais vitoriosos da história do futebol inglês em nível de clubes.

No Liverpool, participou de uma era extraordinária, conquistando quatro Copas dos Campeões Europeus e diversos títulos nacionais.

Sua principal característica era a regularidade.

Neal oferecia segurança defensiva e raramente comprometia a organização coletiva.

Phil Neal na Seleção Inglesa

O defensor representou a Inglaterra em 50 partidas entre 1976 e 1983, marcando cinco gols.

Participou da Copa do Mundo de 1982, disputada na Espanha, e da Eurocopa de 1980.

Sua experiência em grandes jogos pelo Liverpool ajudava a seleção a contar com um jogador acostumado à pressão.

Neal também possuía capacidade para atuar nas duas laterais, embora tenha se consolidado principalmente pelo lado direito.

Qual foi seu maior diferencial?

A consistência.

Phil Neal era um jogador disciplinado, experiente e confiável.

Embora sua carreira internacional não tenha produzido conquistas expressivas, sua qualidade técnica e sua experiência justificam a presença entre os grandes laterais ingleses.

6. Kieran Trippier — cruzamentos e bola parada

Kieran Trippier se destacou por características diferentes das de Kyle Walker.

Enquanto Walker ficou conhecido pela velocidade e força física, Trippier ganhou reconhecimento pela qualidade dos cruzamentos, precisão nos passes e capacidade de executar bolas paradas.

O lateral construiu passagens importantes por Burnley, Tottenham, Atlético de Madrid e Newcastle United.

O gol histórico contra a Croácia em 2018

Um dos momentos mais marcantes de sua carreira aconteceu na semifinal da Copa do Mundo de 2018.

A Inglaterra enfrentava a Croácia em busca de uma vaga na decisão.

Logo aos cinco minutos, Trippier cobrou uma falta com precisão e abriu o placar.

O gol colocou os ingleses em vantagem e aumentou a expectativa por uma nova final mundial.

Entretanto, a Croácia reagiu e venceu por 2 a 1 na prorrogação.

Apesar da eliminação, o gol de Trippier permaneceu entre os momentos mais lembrados daquela campanha.

Quantos jogos Trippier disputou pela Inglaterra?

Trippier encerrou sua carreira internacional em 2024, com 54 partidas e um gol.

Participou das Copas do Mundo de 2018 e 2022 e das Eurocopas de 2020 e 2024.

Também atuou improvisado na lateral esquerda, demonstrando versatilidade.

Sua contribuição ofensiva e presença em campanhas importantes garantem espaço neste ranking.

7. Gary Stevens — o lateral da Inglaterra nos anos 1980

Gary Stevens foi um dos principais laterais direitos ingleses durante a segunda metade dos anos 1980.

Ganhou destaque no Everton, participando de uma das fases mais vitoriosas da história do clube.

Posteriormente, também atuou pelo Rangers, da Escócia.

Stevens era conhecido pela intensidade, força defensiva e capacidade de apoiar o ataque.

A participação nas Copas de 1986 e 1990

O lateral disputou 46 partidas pela Inglaterra entre 1985 e 1992.

Participou das Copas do Mundo de 1986, no México, e 1990, na Itália.

Na Copa de 1986, integrou a equipe eliminada pela Argentina nas quartas de final, partida marcada pelos dois gols históricos de Diego Maradona.

Em 1990, fez parte do elenco que chegou à semifinal, quando a Inglaterra acabou eliminada pela Alemanha Ocidental nos pênaltis.

Stevens também representou a seleção na Eurocopa de 1988.

Sua regularidade durante um período importante do futebol inglês sustenta sua posição entre os melhores.

8. Glen Johnson — força ofensiva e presença em grandes torneios

Glen Johnson foi um dos laterais direitos mais utilizados pela Inglaterra entre o fim dos anos 2000 e o início da década de 2010.

Ao longo da carreira, defendeu clubes como West Ham, Chelsea, Portsmouth, Liverpool e Stoke City.

Seu estilo era marcado por velocidade, força física e participação ofensiva.

Johnson gostava de avançar pelo corredor direito e contribuir para a criação de oportunidades.

Glen Johnson na Seleção Inglesa

O defensor estreou pela seleção em 2003.

Ao todo, disputou 54 partidas e marcou um gol.

Participou das Copas do Mundo de 2010 e 2014, além da Eurocopa de 2012.

Durante parte desse período, foi uma das principais opções para a lateral direita inglesa.

Sua capacidade de conduzir a bola e apoiar o ataque representava uma evolução em relação aos laterais mais conservadores de gerações anteriores.

Embora a Inglaterra não tenha alcançado grandes resultados nesses torneios, Johnson manteve presença importante no elenco.

9. Viv Anderson — pioneirismo e importância histórica

Viv Anderson ocupa um lugar especial na história da Seleção Inglesa.

Revelado pelo Nottingham Forest, o defensor conquistou títulos importantes sob o comando de Brian Clough, incluindo duas Copas dos Campeões Europeus.

Posteriormente, também atuou por Arsenal e Manchester United.

Anderson era um lateral de boa capacidade física, velocidade e posicionamento.

O primeiro jogador negro a representar a Inglaterra

Em 1978, Viv Anderson se tornou o primeiro jogador negro a atuar pela seleção principal masculina da Inglaterra.

Sua estreia aconteceu em uma partida contra a Tchecoslováquia.

O momento teve enorme importância para a representatividade no futebol inglês.

Anderson ajudou a abrir caminhos para gerações posteriores de jogadores.

Entre 1978 e 1988, disputou 30 partidas pela seleção e marcou dois gols.

Também integrou os elencos das Copas do Mundo de 1982 e 1986, embora não tenha entrado em campo nessas edições.

Por que Viv Anderson merece destaque?

Sua importância ultrapassa as quatro linhas.

Além da qualidade como lateral, Anderson representou uma transformação histórica no futebol inglês.

Seu pioneirismo, combinado com uma carreira vitoriosa, faz dele um dos nomes mais relevantes da posição.

10. Trent Alexander-Arnold — criatividade e precisão nos passes

Trent Alexander-Arnold representa uma interpretação moderna da lateral direita.

Formado nas categorias de base do Liverpool, ganhou destaque pela excepcional capacidade de passe, visão de jogo e precisão nos cruzamentos.

Diferentemente dos laterais tradicionais, Trent pode atuar como um organizador de jogadas a partir do corredor direito.

Sua habilidade para encontrar companheiros em diferentes regiões do campo tornou-se uma característica marcante.

A trajetória de Trent pela Inglaterra

Alexander-Arnold estreou pela seleção principal em 2018.

Participou da Copa do Mundo daquele ano e da edição de 2022.

Também integrou o elenco da Eurocopa de 2024, quando Gareth Southgate o utilizou em algumas partidas como meio-campista.

Essa adaptação demonstrou tanto sua qualidade técnica quanto as dificuldades de encontrar uma função ideal para aproveitar suas características.

O que diferencia Trent dos outros laterais?

Sua principal virtude é a construção ofensiva.

Trent consegue realizar lançamentos longos, passes verticais e cruzamentos de grande precisão.

Entretanto, sua utilização na seleção nem sempre apresentou a mesma continuidade observada no futebol de clubes.

Por esse motivo, aparece em décimo lugar neste ranking, embora possua características técnicas capazes de colocá-lo entre os laterais mais talentosos de sua geração.

Outros laterais direitos importantes da Seleção Inglesa

Além dos dez jogadores apresentados, outros defensores merecem reconhecimento.

Paul Parker: participou da campanha inglesa na Copa do Mundo de 1990 e demonstrou versatilidade ao atuar pelo lado direito da defesa.

Danny Mills: foi o lateral direito titular da Inglaterra na Copa do Mundo de 2002, substituindo o lesionado Gary Neville.

Lee Dixon: destacou-se pelo Arsenal e representou a seleção inglesa em diferentes momentos dos anos 1990.

Reece James: possui qualidade técnica, força física e capacidade ofensiva, mas sua trajetória internacional foi prejudicada por lesões e interrupções.

Alf Ramsey: antes de se tornar o técnico campeão mundial em 1966, atuou como lateral direito da Inglaterra e disputou a Copa de 1950.

Esses nomes ajudam a demonstrar a tradição inglesa na posição.

Como a função do lateral direito evoluiu na Seleção Inglesa?

A história dos laterais direitos ingleses acompanha as transformações táticas do futebol.

Durante as décadas de 1950 e 1960, a prioridade era oferecer segurança defensiva.

Jogadores como Jimmy Armfield e George Cohen precisavam marcar adversários habilidosos e manter a organização coletiva.

Com o passar do tempo, os laterais passaram a participar mais frequentemente das jogadas ofensivas.

Os laterais tradicionais

Gary Neville e Phil Neal representaram um estilo baseado na regularidade e na disciplina tática.

Embora apoiassem o ataque, sua principal responsabilidade era proteger o setor defensivo.

Esse modelo valorizava a leitura de jogo e o posicionamento.

Os laterais modernos

Kyle Walker, Kieran Trippier e Trent Alexander-Arnold representam características diferentes do futebol contemporâneo.

Walker se destaca pela velocidade e capacidade de recuperação.

Trippier oferece cruzamentos e qualidade nas bolas paradas.

Trent contribui diretamente para a criação de jogadas, muitas vezes ocupando espaços normalmente associados aos meio-campistas.

Essas diferenças demonstram como a posição se tornou mais complexa.

Atualmente, um lateral pode atuar como defensor, ala, construtor de jogadas ou até meio-campista, dependendo da organização tática.

A importância dos clubes ingleses na formação desses jogadores

Grande parte dos principais laterais direitos da seleção desenvolveu sua carreira em clubes tradicionais da Inglaterra.

Gary Neville foi formado no Manchester United.

Trent Alexander-Arnold surgiu no Liverpool.

Kyle Walker ganhou destaque no Tottenham antes de alcançar seu auge no Manchester City.

George Cohen passou toda a carreira pelo Fulham, enquanto Jimmy Armfield se tornou um símbolo do Blackpool.

Essa ligação entre clubes e seleção é uma característica importante do futebol inglês.

A experiência adquirida em campeonatos competitivos ajudou muitos desses atletas a alcançar o nível internacional.

A relação entre clubes e torcedores também merece destaque. Para compreender melhor a dimensão dessas instituições, confira nosso artigo sobre as maiores torcidas da Inglaterra.

A popularidade dos clubes contribui para criar um ambiente de enorme pressão, no qual jogadores precisam demonstrar personalidade e regularidade.

Quais laterais direitos ingleses disputaram finais de grandes torneios?

Entre os jogadores do ranking, George Cohen possui a conquista mais importante: a Copa do Mundo de 1966.

Kyle Walker participou das campanhas que levaram a Inglaterra às finais das Eurocopas de 2020 e 2024.

Kieran Trippier também esteve presente nessas duas campanhas, embora não tenha disputado a final de 2024.

Gary Neville participou de diferentes grandes torneios, mas não conseguiu chegar a uma final pela seleção.

Jimmy Armfield integrou o elenco campeão mundial de 1966, sem entrar em campo na competição.

Essas diferenças são importantes ao avaliar o legado de cada jogador.

O sucesso coletivo não depende apenas da qualidade individual, mas também da geração, do treinador e dos adversários enfrentados.

Quem foi o lateral direito mais completo da história da Inglaterra?

A resposta depende das características valorizadas.

George Cohen reúne qualidade defensiva, importância tática e o título mundial.

Gary Neville representa regularidade, inteligência e posicionamento.

Kyle Walker oferece velocidade, força física, versatilidade e longevidade internacional.

Kieran Trippier apresenta excelente capacidade de cruzamento e execução de bolas paradas.

Trent Alexander-Arnold possui uma das maiores capacidades de criação entre os laterais de sua geração.

Se o critério for o conjunto entre desempenho físico, versatilidade e participação em grandes campanhas recentes, Kyle Walker é um dos candidatos mais fortes ao título de lateral direito mais completo da história inglesa.

Entretanto, considerando a importância histórica e as conquistas pela seleção, George Cohen continua sendo uma referência incontornável.

A evolução do futebol inglês dentro e fora de campo

A trajetória desses laterais também atravessa diferentes momentos da história do futebol inglês.

Durante décadas, os estádios do país passaram por transformações importantes em segurança, infraestrutura e organização.

Essas mudanças ajudaram a construir o ambiente do futebol inglês contemporâneo, conhecido mundialmente pela intensidade das partidas e pela atmosfera das arquibancadas.

O processo envolveu alterações estruturais, medidas de segurança e mudanças na administração das competições.

Para entender melhor essa transformação, conheça nosso conteúdo sobre como a Inglaterra reduziu a violência nos estádios e transformou a Premier League.

Esse contexto também ajuda a compreender as diferentes gerações de jogadores que representaram a seleção, desde os tempos de George Cohen até o futebol moderno de Kyle Walker e Trent Alexander-Arnold.

Comparação dos maiores laterais direitos da Seleção Inglesa

Para facilitar a comparação, reunimos os principais atributos dos jogadores.

JogadorPrincipal característicaLegado na seleção
George CohenMarcação e disciplina táticaCampeão mundial em 1966
Kyle WalkerVelocidade e versatilidade96 partidas e campanhas históricas
Gary NevillePosicionamento e regularidadeTitular durante mais de uma década
Jimmy ArmfieldLiderança e qualidade defensivaDestaque internacional nos anos 1960
Phil NealConsistência e experiência50 partidas pela Inglaterra
Kieran TrippierCruzamentos e bolas paradasGol na semifinal da Copa de 2018
Gary StevensIntensidade e segurançaCopas de 1986 e 1990
Glen JohnsonApoio ofensivo e velocidade54 partidas pela seleção
Viv AndersonForça física e pioneirismoPrimeiro jogador negro da seleção masculina
Trent Alexander-ArnoldPasses e criatividadeNova interpretação da lateral direita

A comparação mostra que não existe apenas um estilo ideal para a posição.

Cada jogador apresentou características compatíveis com as necessidades táticas de sua época.

Perguntas frequentes sobre os laterais direitos da Seleção Inglesa

Quem foi o maior lateral direito da história da Inglaterra?

George Cohen é um dos principais candidatos, especialmente por sua participação como titular na conquista da Copa do Mundo de 1966. Gary Neville e Kyle Walker também estão entre os nomes mais importantes.

Quem foi o lateral direito da Inglaterra na Copa de 1966?

George Cohen foi o lateral direito titular da Inglaterra durante a campanha campeã mundial.

Quantos jogos Kyle Walker disputou pela Inglaterra?

Kyle Walker disputou 96 partidas pela seleção principal antes de anunciar sua aposentadoria internacional em março de 2026.

Gary Neville disputou quantas partidas pela Inglaterra?

Gary Neville representou a seleção em 85 partidas entre 1995 e 2007.

Quem marcou o gol de falta contra a Croácia em 2018?

Kieran Trippier marcou o gol de falta que abriu o placar para a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo de 2018.

Trent Alexander-Arnold é lateral ou meio-campista?

Trent é lateral direito de origem, mas também pode atuar no meio-campo, especialmente em funções que valorizam sua capacidade de passe e criação.

Quem foi o primeiro jogador negro da Seleção Inglesa masculina?

Viv Anderson se tornou o primeiro jogador negro a representar a seleção principal masculina da Inglaterra, em 1978.

Jimmy Armfield jogou a Copa do Mundo de 1966?

Armfield integrou o elenco campeão, mas não disputou partidas durante a competição. George Cohen foi o titular da lateral direita.

Qual lateral inglês conquistou mais títulos em clubes?

Phil Neal está entre os mais vitoriosos, com quatro Copas dos Campeões Europeus pelo Liverpool. Kyle Walker também construiu uma carreira extremamente vitoriosa no Manchester City.

Quem foi o lateral direito da Inglaterra na Copa do Mundo de 2002?

Danny Mills assumiu a posição durante o torneio, após Gary Neville ficar fora por lesão.

Conclusão: quem são os maiores laterais direitos da Seleção Inglesa?

A história da Seleção Inglesa demonstra a importância dos laterais direitos na construção de equipes competitivas.

George Cohen permanece como um dos maiores símbolos da posição por sua participação na conquista mundial de 1966.

Jimmy Armfield ajudou a estabelecer um padrão de qualidade durante os anos 1960, enquanto Phil Neal e Gary Stevens representaram gerações importantes.

Gary Neville marcou época pela regularidade e inteligência defensiva.

Kyle Walker se tornou uma das maiores referências modernas, combinando velocidade, força física e versatilidade.

Kieran Trippier deixou sua marca com atuações importantes em grandes torneios, especialmente na Copa do Mundo de 2018.

Viv Anderson também merece reconhecimento pelo pioneirismo e pela contribuição histórica ao futebol inglês.

Por fim, Trent Alexander-Arnold representa a evolução de uma posição que exige cada vez mais criatividade e participação na construção ofensiva.

George Cohen ocupa o primeiro lugar deste ranking pelo peso da conquista mundial e por sua importância na equipe de 1966. Entretanto, Kyle Walker e Gary Neville possuem argumentos sólidos para disputar as primeiras posições.

Mais do que uma comparação entre gerações, a trajetória desses jogadores revela como a lateral direita evoluiu ao longo das décadas e continua sendo fundamental para a identidade da Seleção Inglesa.

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